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Das redações

tradicionais para

o jornalismo
independente.

 

Linhas pretas verticais
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Quem
sou

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Sou repórter investigativa, focada em direitos humanos, questões de gênero, socioambientais, saúde, bioética e educação. Atualmente, gerente de jornalismo (editora e repórter) na revista AzMina, um instituto de tecnologia e informação contra o machismo. 

Fui selecionada em dois editais de suporte e mentoria: o Feminist Journalist Project da AWID (Association for Women’s Rights in Development). O programa reúne 15 jornalistas feministas ao redor do mundo e eu fui selecionada para representar o Brasil entre 1.300 inscrições globais. E o Professional ECA / Fellow da International Center For Journalists (ICFJ) - A Digital Path to Entrepreneurship and Innovation for Latin America - Programa de empreendedorismo e inovação para jornalistas da América Latina.

Trabalhei por oito anos em mídia impressa e rádio de Belo Horizonte, e, entre 2018 e 2021, produzi e sugeri reportagens como freelancer, com publicações e prêmios em âmbito nacional e internacional. Colaborei para a Folha de São Paulo, em pautas de cotidiano e política, e fiz matérias para a Agência Pública, Repórter Brasil, Projeto Colabora, The Intercept Brasil, Revista Piauí, Época, El País, Marco Zero ConteúdoThe Independent, entre outros. 

Cordão Projetos Jornalísticos Joana Suarez
 
Linhas pretas verticais

Desde 2020, venho desenvolvendo mais projetos jornalísticos autorais. Lancei o Cirandeiras Podcast sobre mulheres e suas lutas em cada canto do Brasil, produzido e apresentado em parceria com Raquel Baster. Fundei a Redação Virtual, que reúne mais de 300 jornalistas de todas as partes do país. A partir deste grupo, criei o projeto colaborativo Lição de Casa, onde coordenei 15 repórteres de 10 Estados brasileiros que cobriam os impactos da pandemia na Educação.

Com amigas nordestinas, brotei na terra das newsletters com a Cajueira, uma curadoria do conteúdo produzido pelo jornalismo independente dos nove estados do Nordeste. Acredito muito na importância da diversidade regional no jornalismo e na descentralização da pauta nacional.

O que

faço

Linhas pretas verticais
 

Oficina
Jornalista
Independente

 
Oficina Jornalista Independente
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Quatro dicas para ser um repórter independente: entender o novo mercado de freelas (mantendo-se conectado com a categoria), planejar projetos especiais, perceber bons ganchos e construir narrativas envolventes.

Mais de 400 profissionais fizeram a oficina Jornalista Independente em 2 anos e hoje integram o grupo da "Redação Virtual" (RV). Assim como em uma redação de jornal, na rede social da RV nos ajudamos e trocamos ideias de pautas, fontes, dúvidas, perrengues, dicas, oportunidades de freela, de trabalho... Também discutimos as pautas atuais e polêmicas da nossa profissão, conversamos amenidades e fazemos parcerias. É aí que ser freela deixa de ser algo solitário, e a palavra de ordem é colaboração!

​Para que mais profissionais possam se unir e também se sintam incentivados e preparados para freelar ou desenvolver projetos, a oficina Jornalista Independente é realizada de tempos em tempos. As novas edições são divulgadas aqui e no Instagram de @joanasuarez e da @redacao.virtual. Os módulos oferecidos abordam o mercado de reportagem freelance, o desenvolvimento de projetos jornalísticos sustentáveis, a elaboração de pautas com bons ganchos e as narrativas de fôlego.

Última edição
julho de 2022